A Voz de Todos - Edição 1068

Publicado em 09/12/2011 - vonzico - Ivon W. Vieira (Vonzico)

PENSAMENTO DA SEMANA – “Os sentidos devem nos servir e não nos dirigir”. (Ensinamento Hindu)
SERÁ QUE ALGUM DIA TEREMOS ASFALTO NA AVENIDA PRINCIPAL? – É uma quimera, uma esperança, mas o tempo vai passando, entra prefeito, sai prefeito, e nossa principal artéria, a Avenida Américo Luz continua sem asfalto, com paralelepípedos desnivelados, causando rachaduras nas casas, e muitas desculpas são apresentadas, tais como tradição e várias outras. Será que não está na hora do asfalto? Que tal um estudo a respeito? Aguardamos notícias!

TEREMOS LOJAS ORNAMENTADAS NO FIM DESTE ANO? – Todo ano as lojas de Muzambinho têm sido um ponto bonito, mas parece que este ano, pelo menos até agora, não se vê nenhum movimento para que sejam ornamentadas, isto é, com luzes e efeito natalinos e de ano novo. Será que vamos passar em branco? Com a palavra quem de direito!

E OS ESPORTES, ACABARAM DE VEZ? – Nossa cidade sempre faz destaque na região no que concerne a esportes, principalmente no futebol, mas de uns tempos à esta parte não se ouve falar nada a respeito. Com grandes estabelecimentos de ensino era mister que tivéssemos grandes esportistas, mas... O famoso mas, nada acontece! Lembram dos grandes jogos entre Azul e Vermelho do Salatiel? Do Atenas e Esparta? Dos grandes esquadrões de futebol da Escola Agrotécnica? Será que teremos de viver com o passado? Não temos mais escola de educação física? Muzambinho sempre se destacou na região e quiçá no estado de Minas e no Brasil na parte esportiva, mas parece que tudo ficou no passado, ou estamos fora de sintonia? Com a palavra quem de direito!

HÁ ALGUMA PROGRAMAÇÃO PARA FIM DO ANO? – Esperamos que alguma coisa importante possa acontecer neste fim de ano, pois até o momento não se ouve nenhum comentário a respeito. Que tal uma competição para se escolher a loja mais bem ornamentada? Não existe uma federação responsável para que se faça uma comemoração digna? Alô autoridades, todos nós queremos comemorações e festa, ou estamos fora de sintonia? Aguardamos notícias e que sejam alvissareiras. Não podemos deixar a “peteca cair”, pois nossa cidade sempre foi pioneira na região e agora está sendo deixada de lado. Com a palavra os responsáveis!

ALÔ PREFEITO ESQUILO, VOCÊ É A NOSSA ÚLTIMA ESPERANÇA! – Fazemos um apelo ao Prefeito Sérgio Paoliello (Esquilo) para dar uma guinada de noventa graus, e transforme, ou melhor, faça Muzambinho voltar aos seus tempos de glória no que concerne as festividades de um modo geral, pois está tudo parado, ou estamos enganados? Muzambinho sempre foi destaque na região e hoje quase nada acontece. O que está havendo? Aguardamos notícias!

O QUE AINDA SALVA É A “FOLHA REGIONAL” – Ainda bem que temos um semanário atuante, pois caso contrário Muzambinho sairia do mapa, pois tudo continua num marasmo, mas parecendo aquelas cidades do faroeste americano, que estavam abandonadas. Vamos reviver os bons tempos? Exposições de cães, de teares, de flores, acabaram de vez? E as tardes esportivas na cidade e na zona rural? Chega no fim de semana nada acontece. Vamos dar uma guinada de noventa graus? Com a palavra quem de direito.

O QUE AINDA SALVA SÃO OS RESTAURANTES! – O que ainda salva a população muzambinhense nos fins de semana são os restaurantes, pois caso contrário teríamos que ficar em casa, curtindo a TV, com programas repetitivos e filmes do “tempo da onça” que já foram passados dezenas de vezes. Pedimos às autoridades, mormente àquelas que fazem parte de festividades e comemorações que estudem uma fórmula para que possamos ter fins de semana com novidades! Chega de marasmos e não ter o que fazer!

PIADA DA SEMANA: MULHER MENTIROSA – Dois homens, grandes amigos, conversam: Cara, estou chateado... descobri que minha mulher é mentirosa. O amigo surpreende: A Maria? Por que você está dizendo isso? O sujeito explica: Ah, ontem ela não dormiu em casa e inventou que passou a noite com a irmã dela. E o amigo: E não passou? O sujeito responde: Claro que não. Quem passou a noite com a irmã dela fui eu.