A Voz de Todos - Edição 1061

Publicado em 21/10/2011 - vonzico - Ivon W. Vieira (Vonzico)

PENSAMENTO DA SEMANA – “Quem não sonha com a derrota nem com a vitória é feliz” (Pensador Indiano)
E AS FESTAS RELIGIOSAS E FOLCLÓRICAS, SE FORAM COM O TEMPO? – Defronte a Igreja Matriz grandes quermesses eram realizadas, com escolha de princesas e rainhas, e a cidade ficava toda engalanada e as torcidas por outro animava a todos. Lembramos também que defronte a Escola, ou melhor, o Ginásio, em plena Avenida Américo Luz, até “pau-de-sebo” tinha e o Lili Parizzi era o campeão. Lindas garotas brilhavam como candidatas. Lembramos de Mirtes Gonçalves Siqueira, Nininha Martins, entre outras. Será que temos que viver somente no passado? Onde andam as autoridades, em todos os níveis? Muzambinho desde os primórdios de sua existência foi referência na região, com grades festividades, e de uns tempos a esta parte tudo caiu no esquecimento e não se comenta nada a respeito. Lembram das feiras de flores, ou melhor exposição de cães, de bordados, tecelagem e doces? Vamos voltar aos bons tempos? Falta incentivo a Prefeitura? É uma boa pergunta!

O QUE SALVA MUZAMBINHO ATUALMENTE SÃO OS RESTAURANTES – O que tem salvado nossa cidade ultimamente são os restaurantes, pois a comida mineira prevalece e os proprietários se esmeram no sentido de bem servir, com comidas tipicamente mineiras, italianas, e de tudo um pouco, e notamos que muitos visitantes de outras cidades aportam por aqui nos domingos e feriados. Ainda bem, que neste particular continuamos a ser uma das melhores, e os visitantes serão sempre bem vindos!

NOVO CONVITE PARA CONTAR NOSSOS “CAUSOS” – Fomos novamente convidados, para no fim do encerramento letivo deste ano, a comparecer em São Paulo, na escola de nossa neta Paula, onde já estivemos, para contar nossos “causos”, pois haverá uma festa folclórica para encerramento do ano letivo. Tudo faremos para comparecer. Por falar em nossos causos, estaremos sempre às ordens das escolas, não só de Muzambinho, mas também da região, para contarmos as peripécias de nossos antepassados. Lembramos, com saudade, quando éramos crianças, quando os mais velhos, reuniam todos na “beira do fogão” para contar causos. Lembram dos “lobisomens, mulas-sem-cabeça, Saci-Pererê” e outras figuras do nosso folclore? Como diz a velha música: “Nós éramos felizes e não sabíamos!”.

E O FUTEBOL EM MUZAMBINHO AINDA ESTÁ EM ATIVIDADE – Desculpem nossa falha ao comentarmos que o nosso futebol estava esquecido, pois fomos abordados pelo amigo e conterrâneo Jairo Rondinelli, filho do saudoso Dr. Goimy, com quem jogamos muitos anos juntos, e ele nos informou que existe em andamento um Campeonato Municipal, com jogos todos os domingos e feriados, com o campo da Rua Vieira Homem (Antônio Milhão) lotado. Talvez seja uma falha de comunicação, pois em nossa cidade muita coisa importante acontece, e por motivos que ignoramos, nada se comenta e tudo fica na base da “advinhação”. Vamos, quando houver algum acontecimento importante, seja ele de que caráter for, que se faça uma propaganda, mormente por termos rádios e a nossa “FR”. Como dizia o velho Chacrinha, “quem não comunica se estrumbica”. Propaganda é a “alma do negócio” já disse alguém em algum lugar.

O CALÇAMENTO DAS RUAS E AVENIDAS EM MUZAMBINHO, UMA LÁSTIMA! – Quando não é o lamaçal quando chove, temos que conviver com as vias calçadas com paralelepípedos, que fazem as casas tremerem quando algum veículo por elas transitam. Vamos insistir até a exaustão: chega de pedras, estamos na era do asfalto, ou estamos errados? Rachaduras em residências aumentam dia após dia, e nada acontece, infelizmente! Será que algum dia nossos administradores pensarão no assunto? Temos que seguir em frente, e o tempo da terra batida e paralelepípedos já passou e há muito tempo, ou estamos errados?

LEMBRAM DOS VELHOS TEMPOS DOS DESFILES? – Há poucos anos atrás numa data cívica, todas as escolas, em todos os níveis, se faziam presentes, e os alunos garbosos, acompanhados pela fanfarra da cidade ou aquela tradicional e saudosa da Escola Agrotécnica, davam um ar solene, e a cidade ficava em polvorosa e festiva. Muitas pessoas de fora nos visitam para assistir os garbosos jovens desfilando. Até os alunos da Escola Francisca Alegretti, do bairro Brejo Alegre, tinha uma “Fanfarra de Lata”. Será que teremos que bater na mesma tecla: “Muzambinho a terra que tinha”? Eta Muzambinho danada, de velhas tradições! Não podemos que festas de tal quilate caiam no esquecimento. É pedir muito?

FELIZ É A CIDADE QUE TEM UM JORNAL COMO “A FOLHA REGIONAL” – Muitas pessoas não sabem o valor que tem um jornal, do padrão da nossa querida “Folha Regional”, que representa não só a cidade sede, mas toda a região que ela se propõe representar. É realmente interessante que tomemos conhecimento do que acontece no mundo, mas muita das vezes não ficamos sabendo que acontece ao nosso redor, e ai que entra um jornal quase dentro de nossas casas, para nos colocar a par do que acontece, não só o âmbito político, mas em todos os setores. Precisamos primeiramente saber o que acontece em “nossa casa” e cercanias, pois muitas vezes o que acontece ao longe nada nos afeta. Portanto, vamos prestigiar sempre a “FR” que desde o seu primeiro número tornou-se um semanário respeitável, digno e coerente no bem informar!

ESPERAMOS UM FIM DE ANO ALEGRE E SAUDÁVEL – O fim do ano está chegando e esperamos e pedimos a Deus, que nos conceda momentos de satisfação e alegria, não só junto aos familiares, mas entre amigos e todo ser vivente, e que a saúde e amizade prevaleçam, mormente entre as autoridades em todos os níveis. Temos convicção e fé que o próximo ano será profícuo e todos poderemos viver em paz e com bastante disposição para enfrentarmos o dia a dia, durante todos os meses.

PIADA DA SEMANA: MÓRBIDA E TRISTE (NO HOSPITAL) – Depois de um mês em coma, o sujeito, vítima de um grave acidente de automóvel, reclama do médico: Doutor, doutor, estou preocupado. Eu não consigo tocar na minha perna. O médico tranqüiliza: não se preocupe, isso é normal, amputamos os seus dois braços.