Banca de jornal e revistas

Publicado em 09/03/2020 - ponto-de-vista - Da Redação

Banca de jornal e revistas

Eu vou, por que não? Sempre fui às bancas, do Zezinho, na Praça Leonardo Gutierrez, e na do Fausto, na Avenida Francisco Salles com a Avenida Assis Chateaubriand em Belo Horizonte: os jornais do dia e as revistas semanais e mensais, além das coleções, figurinhas e álbuns encomendados pelos meus filhos. Na banca do Fausto ainda havia os descontos de cheques fora do horário bancário. Foi um período muito bom. Simplesmente, ir buscar o jornal, encontrar os amigos de todos os dias ali, atualizar as notícias (àquela época, pouca TV e computador, e nem pensar nos atuais celulares). Legal curtir as primeiras páginas dos jornais e revistas nacionais e internacionais diariamente. O jeito era estar nas bancas antes de sair para as tarefas do dia-a-dia, intensas corridas atrás dos negócios da Usiminas, Magnesita e Mangabeiras Imóveis. O tempo vai e vem. E ficam as histórias na nossa memória. Mas, como tudo passa, a banca de jornal e revistas corre o risco de desaparecer. As bancas viraram shopping de calçada. Elas se reinventam para manter a clientela. A banca de jornal e revistas necessita de autorização do Prefeito para que possa funcionar em logradouro público, daí a importância da sua manutenção para o município, salvando-as onde elas existirem, como a banca do DUNGA (Glória) em Jacuí.  Assim como as bancas, os jornais impressos nossos da região: seguram firmes, Nelson Duarte (Jornal do Sudoeste de SS do Paraíso), Vagner Alves (A Folha Regional de Muzambinho) e Carlos Parreira (Folha da Manhã de Passos).

Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC

Jacuí/MG – e-mail: [email protected]