Ciência:  ? ... [?T + 3B] + (VK + MS) - [VP + XP] + (KJ + AK + RNK) ... ? = 666

Publicado em 02/08/2019 - marco-regis-de-almeida-lima - Da Redação

Ciência:  ? ... [?T + 3B] + (VK + MS) - [VP + XP] + (KJ + AK + RNK) ... ? = 666

Há cerca de um ano, arqueólogos ligados a grupos religiosos encontraram em escavação no Iraque, na região entre os rios Tigre e Eufrates, onde se desenvolveram várias civilizações antigas, um fragmento retangular de pedra, previamente polida, com inscrições indecifráveis. Surpreendentemente, o achado apresentava-se íntegro, apesar dos intensos bombardeios sofridos pela região durante as duas invasões norte-americanas, naquele país do Oriente Médio, e pela destruição por lá causada pela passagem dos rebeldes do Estado Islâmico.

Meticulosamente estudada em um centro científico francês, foi detectado que o material geológico tinha datação de uns 10.000 anos. Entretanto, os caracteres foram decifrados como inscrições mistas dos alfabetos grego e romano, portanto, concluindo-se que esculpidos em torno de 500 anos a.C. A partir daí, tornou-se viável a sua leitura: era uma espécie de equação matemática, que começava com a minúscula grega alfa, um pontilhado de espaçamento, dele às letras dos respectivos alfabetos como o delta, T, o número 3, o beta, V, K, S, V, P, X, P, K, J, A, K, R, N e K, terminando com o mesmo pontilhado e, finalmente, com o ômega, produzindo o resultado 666.

Três inscrições possuíam significado francamente religioso, segundo um escatologista do grupo de estudos. Escatologia é uma teoria “das coisas que devem acontecer no fim do mundo”. Pois bem, era marcante o resultado da suposta equação - 666 - o tão conhecido e popular número da besta, contido no livro bíblico de Apocalipse 13:18 : “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é o número de homem. Ora, esse número e seiscentos e sessenta e seis”. Necessariamente, não se tratava do fim do mundo, pois, raciocinou-se que o tempo em questão ficava entre o alfa e o ômega, mas os pontilhados definiam que não era junto ao princípio nem ao fim, estava num intervalo entre eles.

Os últimos meses da vida humana foram decisivos para a interpretação final, aliás os últimos dias fecharam todo o mistério do inestimável achado arqueológico. O conjunto de estudiosos, formado por geólogos, arqueólogos, paleontólogos, físicos, matemáticos, químicos, sociólogos, psicólogos, ambientalistas caminhavam para a elucidação. Todos eram levados para o entendimento de que a mensagem, embora antiga, fora agora descoberta justamente para acionar o alerta dos tormentosos momentos que ora vive a humanidade. Se na construção civilizatória, passamos por etapas primitivas, hostis e conflituosas, não poderíamos, agora, com todo o desenvolvimento tecnológico, sucumbirmos diante de mentalidades retrógradas que aí estão a dirigir os destinos planetários. Não cabe neste instante de resplendor científico a manutenção de fossos materiais e mentais separando e isolando os seres humanos. Nem abismos ideológicos.

Porém, o que se percebe no nosso insignificante planeta, perdido num belíssimo e nem sempre perceptível balé cósmico, são as mesmas dissensões das antigas civilizações, o mesmo ódio pelo qual cruzamos o período medieval, as mesmas ameaças de guerras que ceifaram milhões e milhões de vidas no século XX, hoje muito mais ameaçadoras pelo seu potencial terrestre, nuclear e espacial. Apesar de toda a nossa evolução, o tecnologismo não beneficia uniformemente os terráqueos. O nosso mundo continua fustigado pela fome e pela miséria, sobressaindo a contundente expressão da xenofobia, através de barreiras e muros com os quais se tenta deter os famintos do lado da morte. Enquanto isso, os ávidos por riquezas ainda não se conscientizaram da sua efemeridade terrestre e da eternidade cósmica.

Toda essa problemática, todas essas mazelas e o debate atual e radicalizado entre as grandes lideranças mundiais permitiram o desvendamento da antiga pedra. O mistério estava ainda contido no conteúdo 3B, que, no último dia 24 de julho, permitiu a leitura integral, com a posse de Boris Johnson, 1º Ministro do Reino Unido. Vejamos, na íntegra, a leitura da Equação da Besta, resultante no 666. Ela diz respeito aos principais líderes de nações, que põem em risco a harmonia e a manutenção da vida animal e vegetal na Terra. A eles que temos de apelar pela sensatez. A eles o Mundo deve cobrar o uso da racionalidade. Pois bem, ei-los: Delta T, Donald Trump, USA; 3B, Benyamin (Netanyahu), de Israel, Boris Johnson, do Reino Unido, e Bolsonaro, do Brasil; VK, Viktor Orban, da Hungria, e MS, Matteo Salvini, da Itália; VP, Vladmir Putin, da Rússia, e XP, Xi Jinping, da China; KJ, Kim Jong Un, da Coreia do Norte; AK, Ali Khamenei, Supremo Aiatolá do Irã; RNK, Ram Nath Kovind, da Índia. A leitura do mistério está feita. Que não seja ainda o final dos tempos, talvez uma era atribulada rumo ao inevitável ômega.

*Marco Regis é médico, foi prefeito de Muzambinho (1989/92; 

2005/08) e deputado estadual-MG (1995/98; 1999/2003)