Câmara de Muzambinho vai entregar títulos de cidadania

Publicado em 10/11/2016 e atualizado em 10/11/2016 - legislativo - Da Redação

Câmara de Muzambinho vai entregar títulos de cidadania

Na reunião ordinária desta semana, no dia 07 de novembro, os vereadores de Muzambinho aprovaram projeto de Decreto Legislativo concedendo Título de Cidadania Honorária para personalidades que se destacam em ações em prol do município. A sessão solene de entrega das honrarias está agendada para o dia 25 de novembro, fazendo parte das comemorações do aniversário de Muzambinho. O projeto foi aprovado com 08 votos favoráveis e 02 abstenções. Como ocorre todos os anos, o vereador Nilson Luiz Bortoloti não apresentou indicações de pessoa a ser homenageada.

Saiba os nomes indicados pelos vereadores:
- deputado federal Aelton José de Freitas, através do vereador João Pezão;
- Altieres Paulo Ruela, pelo vereador Cleber Marcon;
- Amarildo Baquião da Silva, por iniciativa da vereadora Silene Cerávolo;
- Antônio José Viana Campos, indicado pelo vereador Canarinho;
- Rev. Clóvis Luciano Ribeiro, através do vereador Cristiano Almeida;
- Gentil Luiz Miguel Filho, pelo vereador Pelezinho;
- Gerson Dias de Souza, por iniciativa do vereador João Poscidônio;
- José Vitor Faustino, indicado pelo vereador Daniel Ferraz;
- Profa. Marcilene Bernardes dos Santos Pereira, através do vereador Luquinha;
- Sávio dos Reis Dutra, pelo vereador Osmar Dentista.

 

OUTROS TEMAS DEBATIDOS


PONTE DO APRÍGIO - O vereador Pelezinho parabenizou o grupo de voluntários do câncer pelo trabalho realizado em Jaú/SP com a construção da Casa de Apoio na cidade paulista. O vereador contou que esteve na ponte do Aprígio e ficou sabendo que a obra será entregue até o final do mês. Pelezinho disse ainda que o deputado estadual Emidinho Madeira conseguiu um convênio para que a cidade receba um veículo. Por fim, o vereador argumentou que a PEC de contenção de gastos é boa para 2 anos e não para 20 anos. O vereador João Pezão também parabenizou a Silene pela conquista da casa de apoio em Jaú.

MANDATO DE 3 ANOS - O vereador João Pezão comentou sobre o mandato de prefeito de Muzambinho. Segundo ele, leva cerca de 6 meses para arrumar a casa e nos últimos 6 meses do mandato não se faz nada, o que faz com que o mandato seja de 3 anos. O vereador disse que esteve no almoxarifado e as máquinas estão todas paradas e sem gasolina. Disse ainda que está preocupado, pois a cidade está começando a ficar suja.

BARRA FUNDA - João Pezão falou ainda sobre o campo de futebol da Barra Funda e disse que no sábado esteve roçando o campo, que ficou excelente, e que no domingo tinha várias pessoas se divertindo, mas não tinha ninguém para tirar foto. Segundo ele, tem gente que não ajuda, só atrapalha. Para ele, o ribeirão poderia estar limpo, se não tivesse tido a denúncia e que há um trabalho em andamento para a liberação da documentação para que o ribeirão seja limpo.

CASA DE APOIO - A vereadora Silene Cerávolo falou sobre o dia 29 de outubro, quando foi inaugurada a Casa de Apoio em Jaú/SP, que segundo ela, foi uma data importante para o povo de Muzambinho, pacientes e familiares. A vereadora disse que a cerimônia foi maravilhosa e que a casa tem muitos símbolos de Muzambinho. Silene disse que os voluntários serão sempre devedores ao povo de Muzambinho, pois sem ele não teria como construir a casa, que foi feita com doações. Silene agradeceu ao IFSULDEMINAS, a Rosaltur e a Van da Prefeitura, que levaram as pessoas para a cerimônia, e também ao Amauri Junior, que foi o mestre de cerimônia da inauguração. Nilson Bortoloti também cumprimentou Silene e demais membros dos voluntários de combate ao câncer. O vereador Cristiano parabenizou Silene, a todos os voluntários e a população da cidade pela inauguração da casa de apoio, que dá dignidade as pessoas com câncer que vão até Jaú/SP para tratamento.

PEC 241: O vereador Cristiano Almeida falou que, na semana passada, esteve na cidade um representante do Sinasefe abordando a temática PEC 55, antiga PEC 241, em tramitação no Senado, que congelará gastos da seguridade social, que compreende saúde, assistência social e previdência, e também congelará gastos para a educação. Cristiano disse que ao congelar estes gastos com os índices inflacionários, serão bem menos recursos para investimentos em áreas importantes para a população. O vereador disse que num momento de crise que o país passa, vai querer se cortar gastos para áreas relevantes, quando há aumentos para juízes, parlamentares e para altos escalões das três esferas de poderes. O vereador comentou sobre a propaganda do Presidente que fala que muito foi feito pela educação, mas falta muito a ser feito na educação, sendo uma ironia, pois com os cortes, irá aumentar o analfabetismo, aumentar a evasão escolar e prejudicar a remuneração dos professores e o avanço dos ensinos técnicos e superiores. Cristiano falou ainda da reforma do ensino médio, que visa tirar a sociologia e filosofia das escolas, que, para ele, isso é para que o povo não pense ou tenha senso crítico. Para ele, quando se fala em necessidade de ajuste fiscal, isso não se passa de balela de um governo neoliberal, pois mais de 42% dos recursos são pagos em juros e amortização da dívida e foi passado no congresso a concessão para exploração do Pré-Sal por empresas petrolíferas internacionais. Estes royalties do petróleo, que tinha sido criado um fundo social com a Presidente Dilma, que destinaria 75% para a educação e 25% para a saúde, sendo uma forma de ter mais recursos para estas áreas, foi entregue para o capital internacional. Para ele, já se vê um quadro sombrio, pois com esta PEC, haverá menos recursos também para os municípios.

POLÍTICA - O vereador João Poscidônio falou que a política no Brasil está muito ruim também por culpa da população, que é cúmplice da política que o país tem. O vereador disse que nos anos que esteve como vereador, percebeu que os vereadores são massacrados, que quando alguém quer algo, não vai pedir, mas sai batendo, falando direto que o vereador ganha sem trabalhar, que é vagabundo. Para ele, o povo precisa aprender como lidar com as autoridades eleitas. Poscidônio diz que está saindo da política, que está satisfeito com o que aprendeu, mas que está muito mais feliz por voltar a alegria que era antes, saindo da política, por culpa do povo, que fala mal dos vereadores, porque o cargo é muito pesado. O vereador disse que é triste ouvir o que se diz sobre os vereadores. Para ele, antes de falar mal, deveria ir até a casa de leis conversar com o vereador e ajudar. O vereador falou também sobre os redutores de velocidade da Rua Bruno Leo, que, para ele, estão altos demais e precisam de uma pintura, e parabenizou Silene pela casa de apoio e agradeceu as pessoas que ajudam a Casa Lar. 

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