Mais de R$ 4 milhões para a saúde da região

Publicado em 26/05/2020 - geral - Da Redação

Mais de R$ 4 milhões para a saúde da região

Recursos destinados pelo deputado federal Odair Cunha auxiliam na luta contra a Covid-19 no Sul, Sudoeste e Centro-Oeste de Minas.

A fim de auxiliar o Sul de Minas no combate ao coronavírus, o deputado federal Odair Cunha direcionou a maioria das emendas parlamentares individuais deste ano para a área da saúde. Até o momento, foram destinados R$ 4.280.227,00 para hospitais, santas casas e entidades do Sul, Sudoeste e Centro-Oeste de Minas, para auxiliar as instituições no combate à pandemia e no tratamento da população. Até o final deste semestre, estão previstos os pagamentos de mais emendas, totalizando quase R$ 8 milhões.

"É fundamental ajudar as instituições que cuidam da nossa gente, sobretudo num período complicado como este em que vivemos", comentou Odair Cunha. "Grande parte do nosso trabalho sempre foi destinado à saúde da região, mas este ano, devido à Covid-19, reforçamos essas ações para contribuir na luta contra a pandemia. Os hospitais, santas casas e entidades que atendem a população precisam muito da ajuda de todos, e estamos fazendo a nossa parte", completou o deputado.

Odair também propôs, na Câmara dos Deputados, as seguintes medidas: o uso obrigatório de máscaras (de uso hospitalar o caseiro) em locais, vias e transportes públicos de todo o país; o fornecimento gratuito de máscaras pelo poder público para a população mais carente; e a garantia de que profissionais de saúde contaminados pela Covid-19 terão assegurados leitos e atendimento em hospitais, respeitados os protocolos nacionais de atendimento médico. Todas essas medidas foram apensadas e aprovadas em Projeto de Lei na última semana. O texto agora vai para o Senado, onde será votado antes de seguir para a sanção presidencial. O deputado também é o autor do PL 2463/2020, que propõe o pagamento de um Auxílio-Funeral às famílias de falecidos pela Covid-19 cuja renda mensal per capita seja inferior à metade de um salário mínimo, e acesso aos testes mesmo após o óbito.


ASCOM