Rodrigo Pacheco defende adoção e permanência de medidas mais agressivas após pandemia

Publicado em 12/05/2020 - politica - Da Redação

Rodrigo Pacheco defende adoção e permanência de medidas mais agressivas após pandemia

É consenso no mercado que o Brasil sentirá com mais força os efeitos da pandemia na economia. Para o líder do Democratas no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), se o impacto da crise será maior no país, faz-se necessário uma reação mais agressiva do governo federal na política econômica. O objetivo, segundo o senador, é assegurar auxílio aos trabalhadores e empresas, fortemente impactados pelo arrefecimento das atividades, e garantir investimentos, desburocratização, geração de empregos, além de combater o fim da guerra fiscal entre estados. 

O senador acredita que é preciso utilizar o atual cenário não apenas para ações pontuais, mas para pensar à frente na tentativa de manter os sinais vitais da economia preservados no futuro. “O momento é de união e ação em prol dos mais atingidos pela Covid-19, mas é preciso pensar e discutir medidas que possam garantir direitos e melhorias também no mundo pós-pandemia. As pessoas estão sofrendo por falta de renda e as empresas fechando. Sem falar nas mortes que, infelizmente, já passaram de 10 mil no país”, disse. 

Entre as medidas defendidas pelo senador estão a permanência de um programa especial de auxílio financeiro mensal e imediato às pessoas de baixa renda e desempregadas; um programa de desburocratização e simplificação de todos os empreendimentos potencialmente geradores de empregos e arrecadação e um pacote de investimentos na infraestrutura e construção civil.  O líder também defende mais estímulo às concessões públicas com outorgas onerosas maiores e prazos mais longos; crédito suficiente para pequenas e médias empresas, autônomos e informais; desoneração da folha de pagamento para estimular a geração de empregos formais, além da Reforma Tributária com simplificação e o fim da guerra fiscal entre estados. “São medidas que precisam deixar o plano teórico e serem efetivadas, já que as consequências negativas para a economia são vistas de maneira exponencial”, afirmou.


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