QUESTÃO DE TER uma agenda

Publicado em 10/04/2018 - ponto-de-vista - Da Redação

QUESTÃO DE TER uma agenda

Durante anos, fui escravo de uma agenda oficial. Libertei-me dela depois da aposentadoria – e fiz mal. Tenho faltado a eventos que eu gostaria de ter ido, por falta de uma agenda e excesso de esquecimento. Falto aos encontros com aqueles amigos intransigentes (Bruno Coelho e Alexandre Comandante), a eventos e solenidades que não gostaria de tê-los perdido. Fico triste e arrependido de não ter comparecido. Continuo trabalhando muito, até mais do que antes, mas sem agenda. Compromissos novos, outros amigos, outras tarefas. Tudo isso para me manter ocupado o tempo todo. E mais, não faltar ao compromisso com os jornais regionais de minhas colunas semanais. Estas são da inspiração. Não adianta agendar. Nem mesmo a revolução digital imposta pela internet conseguiu minimizar a importância de saber como organizar a minha agenda. Afinal, mesmo tendo ela à mão, não significa que você está no patamar entre a ordem e o caos na minha atribulada rotina. Já fui alertado (Stelinha) sobre organizar minha agenda e tornar o meu dia a dia ainda mais controlado! Isto seria o ideal (sem ser escravo). Traz excelentes resultados. Recomendado por empresários de sucesso que, mesmo com a aposentadoria, mantêm agenda organizada e em dia. É só dedicar uns minutinhos extras, ao final do dia, à organização de uma agenda para o dia seguinte. Já que, mesmo aposentado, vou trabalhar até quinze segundos antes de morrer, vamos para a agenda. (Dr. Sérgio Filgueiras).

Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC

Jacuí/MG – email: [email protected]