A Voz de Todos - Edição 1096

Publicado em 02/07/2012 - vonzico - Ivon W. Vieira

PENSAMENTO DA SEMANA: “Ai que saudade dos bons tempos de Muzambinho!”
VIOLÊNCIA, JAMAIS! – Podemos não gostar, repudiar, estranhar e até ter ímpetos de represália, mas jamais partir para a ignorância, apelando para refregas físicas, e o que aconteceu em Muzambinho com um cidadão polêmico é verdade, mas não merece tamanha surra. Nem sempre o que fazemos, comentamos ou mesmo escrevemos, é do agrado geral, mas temos que aceitar opiniões diversas, pois com pensamentos diferentes é que encontramos a luz no fim do túnel e muitos problemas são resolvidos. Portanto, antes de quaisquer atitudes drásticas, devemos ponderar, refletir, e em sã consciência agirmos com calma, discernimentos e ponderação. Portanto, calma, paciência, que tudo pode ser aclarado, por mais tenebroso que seja.
MUZAMBINHO PRECISA DE MAIS AMOR E MENOS BRIGAS – Muzambinho, em tempos imemoriais foi considerada a cidade mais culta na região sul mineira e quiçá de todo o estado de Minas Gerais, ultrapassando inclusive as fronteiras do Brasil, onde era cantada em prosa e verso. No entanto, de uns tempos a esta parte tem sido vilipendiada com notícias degradantes. Vamos voltar aos bons tempos?

ATÉ NO ESPORTE ESTAMOS SENDO ULTRAPASSADOS – Há alguns anos atrás Muzambinho era a meca do esporte, mormente no futebol, onde o Clube Atlético, o Comércio, a Escola Agrotécnica, possuíam elementos de escol, com times imbatíveis, mas agora parece que tudo caiu no esquecimento e não se comenta nada, e os fins de semana passam em branco. Lembramos quando em nossa infância e principalmente na juventude, quando times de futebol das cidades vizinhas vinham buscar nossos jogadores para enxertarem seus esquadrões e muitas vezes fizemos parte, juntamente com Corote, Dedem, Almírio e Duilio Borelli, Nen Tatu, Nego Magnoni, Antônio Milhão, Sebastiãozinho Pereira, Miguel dos Santos, Cely, Arthur Bonelli, João de Castilho, Geraldo e Merquinho Montanari, e os craques do Batalhão tais como Renê, Lizes, Nem Tatu, Zé Rafael e os grandes de Cabo Verde que por vezes íamos buscar para reforçar nossos times, os irmãos Dedem e Paulo, Penido, Naninho e Volnei Ornelas, Clovis, Zaghi. A saudade mata a gente dizem os poetas saudosistas. Lembram do Ivan Surdão, nosso irmão, Lezinho, Quita, Goimy e Glênio Rondinelli? Poderíamos ficar comentando por horas e dias, pois Muzambinho sempre se destacou no esporte, inclusive no basquete, como Hirma Salomão, Helena Rezende, Teresinha nossa atual esposa, Oneida, Filhinha Cerávolo, Iolanda Carnevallli, Carminha Mascarenhas. Que saudade da aurora de nossa vida, diriam os poetas. Mas, como recordar é viver, transcrevemos algumas lembranças de tempos que não voltam mais!

PIADA DA SEMANA: UMAS VERDADES – O pobre e o rico são duas pessoas; o soldado protege os dois; o operário trabalha pelos três; o vagabundo come pelos quatros; o promotor acusa os cinco; o advogado defende os seis; o confessor absolve os sete; o carrasco mata os oito; o médico atesta o óbito dos nove; o coveiro enterra os dez; o diabo carrega os onze e a mulher engana o time inteiro.