Embora levantamento tenha apontado baixo índice de infestação do mosquito Aedes em Guaxupé, Prefeitura alerta população

Publicado em 12/01/2018 - regiao - Da Redação

Embora levantamento tenha apontado baixo índice de infestação do mosquito Aedes em Guaxupé, Prefeitura alerta população

Realizado no período de 02 a 08 de janeiro deste ano, o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) apresentou o índice de infestação de 1,7%. Mesmo considerado baixo, o resultado coloca o município na faixa amarela, que representa médio risco para ocorrência da doença. O índice é considerado dentro do previsto sazonal pelo Ministério da Saúde quando está abaixo entre 1% a 4% de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. 

O baixo índice de infestação do mosquito em Guaxupé pode ser atribuído ao constante trabalho de prevenção e conscientização que vem sendo feito pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância em Saúde, e também à colaboração da população: “As ações de combate aos criadouros do mosquito são realizadas o ano inteiro, mesmo nos meses de baixa incidência da doença, e reforçados nos meses mais quentes”, disse Daniela Salgado, diretora de Vigilância em Saúde da Prefeitura. 

A metodologia do LIRAa divide a cidade de Guaxupé em estratos que variam de 8.100 a 12 mil imóveis com características semelhantes. Em cada estrato são pesquisados em média 430 imóveis: “A pesquisa identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do Aedes aegypti. A metodologia permite saber, em curto espaço de tempo, quais áreas têm alta infestação, além de ser possível identificar quais os tipos de criadouros preferenciais em cada estrato, visando realizar atividades específicas e alertar a população por meio de mobilizações sociais”, explicou a diretora. 

Dos 1.299 imóveis/terrenos vistoriados em Guaxupé, foi encontrado 23 focos positivos. Com o baixo índice registrado no município, a Vigilância em Saúde pede que a população mantenha a atenção, visando que estamos iniciando mo período de chuvas, vistoriando semanalmente suas residências e eliminando todos os objetos que possam servir de criadouro do mosquito. 

“Embora o índice seja considerado baixo, estamos na margem para o alerta. Portanto, precisamos que a população continue colaborando e ainda mais agora, neste período de chuvas, não deixar exposto ao tempo nenhum objeto que possa acumular água e assim se tornar um potencial criadouro do mosquito Aedes aegytpi”, finalizou a diretora da Vigilância. 

ASCOM / PREFEITURA