HINO DE UMA CIDADE é assim que se faz

Publicado em 30/10/2017 - ponto-de-vista - Da Redação

HINO DE UMA CIDADE é assim que se faz

Patriotismo, palavra em desuso. Os símbolos nacionais não são mais referências em eventos cívicos. A Bandeira Nacional, a nós, de outra geração, emocionava. Hoje, é enrolada no corpo de qualquer pessoa, praças esportivas e nos protestos políticos. O Hino Nacional é sempre executado nos estádios, antes dos jogos internacionais e, recentemente, nacionais. Novos tempos modernos. As escolas infantis estão resgatando valores desprezados. A criança de hoje cuida do lixo – preocupa-se com a ecologia e o meio ambiente. Os calendários escolares fazem com que os alunos participam intensamente das festas e das histórias do município: Jacuí, com 203 anos de emancipação, “Canta” a sua história passada e presente através do Hino – o mais novo símbolo do município. Letra da professora Cida Coelho e Música do maestro Alexandre Cavallero. E, sob sua regência, os alunos da 5ª Série da Escola Municipal Carvalhaes de Paiva, da qual comemoram o Centenário, fizeram sua primeira apresentação pública, no 32º Encontro da Associação Historiadores e Pesquisadores dos Sertões do Jacuhy, realizado em Jacuí, no dia 06 de maio deste ano. O dia a dia, as décadas e centenários nos envolveram a tal ponto, que esquecemos o hino municipal. Até que fomos alertados, orientados e, finalmente, provocados pelo escritor, acadêmico e atual presidente da APC – Academia Paraisense de Cultura Reynaldo Formággio. Uma palhinha do Hino? “Clima ameno, noites estreladas/O carisma de sua gente/Resplandece hoje e sempre, Ó mãe do sudoeste mineiro”. “Como nasce um Hino”!

Fernando de Miranda Jorge - Acadêmico Correspondente da APC / Jacuí/MG – E-mail: [email protected]