A Folha Regional - Artigos - Paulo Botelho

Encontros no farol

Em 28/12/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

Foi em um domingo à tarde, chuvoso e frio, um pouco antes desse implacável verão. – Existe dia mais triste que um domingo à tarde?

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A luz e a escuridão

Em 15/12/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

Quando acendemos a luz, sabe-se que ela viaja a 300.000 quilômetros por segundo. Einstein já a calculara nos anos vinte.

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As razões do coração

Em 14/12/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

Augusto Frederico Schmidt, poeta, escritor, editor e principal assessor do Presidente Juscelino Kubitschek estava muito angustiado naquela tarde de 8 de fevereiro de 1965.

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Na ponta do lápis

Em 09/12/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

"Ponha tudo na ponta do lápis!" insistia comigo a dona Maria de Luna Botelho – minha avó. Ela queria que eu me tornasse uma pessoa organizada.

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O livro e sua essência

Em 16/11/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

Escrever é mais que associar palavras e ideias. É fazer chegar ao leitor uma contribuição efetiva para o seu desenvolvimento intelectual.

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A luta com as palavras

Em 09/11/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

Entre os mais variados temas, tenho escrito com alguma regularidade sobre o trabalho; sempre a partir de minha experiência como Consultor de Empresas.

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Moto Contínuo

Em 03/11/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

O embuste ficou restrito aos analistas de investimentos de mercado durante a ditadura militar (1964-1985). E é quase jurássico, pois naqueles anos de arbítrio as cotações eram registradas em um quadro-negro no salão de leilões da Bovespa em São Paulo.

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Por debaixo

Em 19/10/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

"Quase tudo que está por debaixo é sujeira, surpresa ou perigo; cuide-se para não ser atingido". É o que me dizia a dona Maria de Luna Botelho, minha avó; acho que ela queria me alertar para ter cuidado com pessoas de mau-caráter.

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Pelas boas palavras

Em 05/10/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

A falta ou a carência de boas e corretas palavras vem empobrecendo, mais que no passado, as comunicações na vida do cotidiano do brasileiro. Segundo o sociólogo José de Souza Martins, falamos um resquício da língua Nhengatu que pode ser chamada de língua do povo brasileiro.

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Por quê o trabalho mata?

Em 28/09/2015 - Paulo Botelho - Da Redação

O trabalho em si é prazeroso; não mata. O que mata é a forma inadequada de como ele é organizado. Uma das coisas mais difíceis que existe é ter que trabalhar duramente, de forma mal remunerada e desorganizada; sobretudo desconfortável.

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