A Folha Regional - Artigos - Marco Regis

A HONRA DE “EL CID” E A HUMILHAÇÃO DOS ACHACADORES

Em 27/03/2015 - Marco Regis - Da Redação

Bem que o Brasil precisava de um destemido cavaleiro como o lendário “El Cid”, o Campeador, ou Don Rodrigo Días Bivar, que viveu nos idos do século XI, um mito da resistência ibero-cristã contra os invasores árabes, chamados de mouros, que conquistaram a Península Ibérica no século VIII. Antes, desde o século V, a região havia sido dominada pelos visigodos, os quais não somente a tomaram dos romanos, mas, construíram uma unidade regional e cristã. A Ibéria, como era conhecida na Antiguidade essa área do sudoeste da Europa, incluindo o Reino de Portugal, foi islamizada pelos mouros, que ali instalaram um reinado de emires, mais tarde o califado de Córdoba, além do reino muçulmano de Granada.

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A DETROIT DOS MEUS SONHOS

Em 09/03/2015 - Marco Regis - Da Redação

Tudo o que você possa vir a escrever, hoje, estará sujeito a críticas, mormente se não tiver a chancelá-lo um título de pós-graduação, do mais simples ao doutorado. Antigamente, você expunha suas ideias e os seus conhecimentos, procurando aclará-los com um razoável vocabulário e uma correta gramática.

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IUGOSLÁVIA PODE, UCRÂNIA NÃO PODE

Em 27/02/2015 - Marco Regis - Da Redação

Enquanto acompanhava as recentes negociações de cessar-fogo na luta fratricida entre os ucranianos, lembrei-me da personagem vivida pela humorista e atriz da constelação global, Karla Fabiana, no Programa ”Zorra Total”, aonde a hilária ensinava a respeito de emagrecimento, apontando para os mais diversos alimentos ou iguarias: “isto póóde, aquilo não póóde”, enquanto enchia a boca e o bucho com os mais apetitosos e calóricos deles.

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Inconsequência do golpismo pode ser uma guerra civil

Em 26/02/2015 - Marco Regis - Da Redação

As redes sociais estão povoadas de ignorantes políticos e de ativistas mal intencionados que continuam a ruflar as bandeiras do golpismo, ou seja, da derrubada da presidente brasileira. À frente deles, tremulando essas mesmas bandeiras, caminham os privilegiados detentores dos espaços informativos que são os jornais impressos e digitais, rádios de audiência nacional e, principalmente, as influentes redes televisivas.

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CONTROVÉRSIAS NA SAÚDE

Em 26/02/2015 - Marco Regis - Da Redação

Embora os tempos também sejam de modernidade para a medicina, que hoje está fortemente apoiada no avanço da ciência e tecnologia, o estudante dessa profissão continua a estudar durante seis anos, recebendo aulas teóricas e práticas, que vão da anatomia, com dissecção de cadáveres; histologia, com práticas no microscópio; farmacologia; fisiologia; radiologia; semiologia; medicina preventiva; das doenças infecciosas, parasitárias, degenerativas, endócrinas, enfim, de todos os órgãos e aparelhos do corpo humano. Faz estágios em hospitais e, depois do curso de graduação, residência médica de dois anos, a sua especialização básica. Antigamente, também era assim, os médicos recebiam essa mesma formação, antes de se enveredarem interior afora.

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Minas, a caixa d´agua, também secou

Em 01/02/2015 - Marco Regis - Redação

Duas situações por mim vividas reforçavam um falso conceito que carregava comigo mesmo. A primeira delas, bastante remota, ainda salva na minha memória fotográfica, era a visão da minha infância das várzeas sazonalmente inundadas pelo transbordamento de córregos, no município de Monte Belo, durante os períodos chuvosos.

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Fuzilamento é o fim para traficantes de drogas na Indonésia

Em 24/01/2015 - Marco Regis - Da Redação

O noticiário do cumprimento da sentença da justiça indonésia, que executou,  no sábado passado,  não somente o brasileiro e carioca, Marco Archer Cardoso Moreira , 53 anos,  que estava preso havia 12 anos,  naquele país asiático, juntamente com quatro outros traficantes estrangeiros e um indonésio, causou manifestações diversas no Brasil. A começar pela Presidente Dilma Rousseff, que fez todos os esforços oficiais, inclusive dando um telefonema direto para o Presidente Joko Widodo, da Indonésia, pedindo clemência para o condenado. Consumada a execução a nossa presidente se disse “consternada e indignada” . Ela cumpriu o seu papel de pedir pela vida de um cidadão brasileiro condenado em terras estrangeiras, mas  não deveria transbordar tanta indignação eis que o país executor tem leis próprias e deu 12 anos de sobrevida ao condenado a fim de que toda a sua defesa fosse exaurida perante os tribunais locais. Também, ao longo desses 12 anos, o nosso Ministério das Relações Exteriores, e até o então Presidente Lula, envidaram todos os esforços para livrar o prisioneiro da morte. Na opinião do embaixador aposentado, Marcos Azambuja, em canal brasileiro de TV fechada, “foi feita toda a coreografia diplomática existente em questões internacionais, além das intervenções da nossa presidente, em prol do prisioneiro”.

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Eu NÃO sou Charlie

Em 15/01/2015 - Marco Regis - Da Redação

Analistas do cotidiano – como me vejo – não podem ser tomados pela comoção momentânea das multidões. Nas guerras, nas tragédias, nas perdas humanas isoladas ou coletivas, a tendência natural da sociedade é a viva emoção e a ativação de um processo de solidariedade à vitima ou ao conjunto de vitimados. Mesmo que tais analistas vejam os acontecimentos pela ótica diferente da maioria emocionada, não significa que eles, humanamente, desejam finais trágicos para quem quer que seja. Enfim, não são pessoas desprovidas do senso de ajuda mútua, quer dizer,  são pessoas impregnadas de solidariedade. Ademais, possuem sentimentos múltiplos e concatenados que lhes permitem um raciocínio com mais justeza, não sabendo eu se isso tem algo a ver com a lógica de Aristóteles, da qual somente conheço citações.

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Repugnância pelos torturadores e lágrimas pelos torturados

Em 22/12/2014 - Marco Regis - Da Redação

No último dia 10 de dezembro, foi divulgado o Relatório da Comissão Nacional da Verdade, que foi criada pela Lei Federal nº 12.528 e instalada em 16 de maio de 2012. Desde então, os seus integrantes investigaram torturas, mortes e desaparecimentos praticados por agentes de Estado, durante o período estipulado no Art. 8º dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, de 5 de outubro de 1988.  Mas, certamente, o objetivo fundamental foi a Ditadura Militar que tomou conta do Brasil entre 1964 e 1985. Na sua escalação, uma composição de escol nos meios jurídico, científico e universitário nacionais. Sete pessoas da melhor estirpe intelectual e profissional.Necessário se faz que apresentemo-los aos interessados ou aos desavisados. 1) PEDRO DALLARI, Coordenador da Comissão,  paulistano, advogado pela USP – Universidade de S.Paulo e Administrador de Empresas pela FGV-SP, Fundação Getúlio Vargas. Doutor e Professor de Direito Internacional/USP. 2) GILSON DIPP, gaúcho de Passo Fundo, formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRS. Ministro do STJ – Superior Tribunal de Justiça. 3) JOSÉ CARLOS DIAS,  paulistano, graduado em Direito pela USP. Defendeu presos políticos da ditadura junto à Justiça Militar.

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“PHILAE” pousa no cometa em outro feito espacial histórico

Em 27/11/2014 - Marco Regis - Marco Regis

Posso me vangloriar de ter vivido em um período de aceleradas transformações científicas e tecnológicas da humanidade, especialmente o do nascimento e dos primeiros passos da astronáutica. Mas, não basta apenas ter vivido, mais importante é que tenha acompanhado com entusiasmo e sem interrupção essa escalada sideral de quase 60 anos, a contar da entrada em órbita do primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik I, lançado em 4 de outubro de 1957 pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

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