“Percepção” entrou no ar

Publicado em 17/01/2019 - cesar-vanucci - Da Redação

“Percepção” entrou no ar

“O espírito humano é que nem o paraquedas, só funciona aberto.”

(Louis Pauwells e Jacques Bergier, em “O Despertar dos Mágicos”)


Já está no ar “Percepção”. Trata-se de um programa lançado no YouTube, produzido e apresentado por este amigo de vocês. No sentido de tocar de forma razoável a empreitada, este desajeitado escriba resolveu deixar correrem soltas as rédeas da imaginação, na pretensão de colher alguma resposta para interrogações suscetíveis de despertarem inquietude intelectual. A proposta encaixa-se na linha do chamado “Realismo Fantástico”. Tal denominação, por sinal, deu título a um programa que mantivemos no extinto CBH, por quase uma década, com mais de trezentas edições. O CBH (Canal de Belo Horizonte), muita gente deve se lembrar, constituiu empreendimento produzido com idealismo e ânimo desbravador pelo Sérgio Adaide, dentro do louvável propósito de fazer televisão com cara mineira. Foi muito bom, enquanto durou.

A expressão Realismo Fantástico foi cunhada por dois pensadores de escol: Louis Pauwells e Jacques Bergier. Vem anotada no extraordinário “O Despertar dos Mágicos”. Um livro que, ainda nos dias de hoje, mais de meio século transcorrido desde a primeira edição, continua provocando fascínio nos leitores. Sobretudo em leitores ávidos por revelações que garantam acesso a conhecimentos mais aprofundados dos infindáveis enigmas que rondam a trajetória do ser humano pela pátria terrena.

Tudo quanto dito acima serve para esclarecer ao internauta interessado em acompanhar as narrativas inseridas em “Percepção” que ele irá se defrontar, toda semana, com historietas instigantes. Historietas que abarcam aquilo que pode ser catalogado sob o rótulo geral de “temática transcendente”. Casos e causos intrigantes, informações e depoimentos acerca de acontecimentos singulares (pode-se dizer mesmo insólitos, por vezes) compõem a programação à disposição no YouTube. Nesta primeira temporada de “Percepção” já foram produzidos 52 episódios. De meados de dezembro, até agora em janeiro, dez capítulos foram colocados no ar. Em “Predições fantásticas” narrou-se, com abundância de pormenores, como se deu o vaticínio, muitos meses antes, do passamento de personagem ilustre da história brasileira. E, também, do vaticínio, com prazo de 24 horas, sobre fantástica aparição ufológica nas adjacências da residência de figura famosa na televisão. Em “Uma recomendação de Chico Xavier” há o relato da ajuda essencial e totalmente inesperada proporcionada a uma grande instituição com fins humanitários, à volta, então, com problemas de sobrevivência. Credenciada porta-voz do esoterismo, conhecida por exemplar conduta profissional, a jornalista Ana Elizabeth Diniz, titular há muitos anos de uma página semanal em “O Tempo” dedicada a assuntos  esotéricos, comentou em entrevista seu edificante trabalho. O engenheiro e construtor Pedro Serra, autor de livro (recente) sobre óvnis apontado como esplêndida fonte de consulta pertinente ao desconcertante fenômeno, fez parte também do elenco de entrevistados.

A propósito de incríveis contatos extrassensoriais, Heloisa Maria Altavilla, educadora com respeitada atuação na área da orientação espiritual, foi também entrevistada. A admirada vidente e taróloga Marilena Simões compareceu ao programa com declarações sobre suas ricas vivências.

Nos programas subsequentes, nesta primeira temporada em curso de “Percepção”, o internauta estabelecerá contato ainda com depoimentos e verá imagens impressionantes, procedentes de estudos, pesquisas e ações promovidos por grupo altamente qualificado, com invejável acervo de informações acumuladas em largo tempo de exaustivas investigações. Desse grupo selecionado, pessoas de conceito inquestionável, fazem parte, entre outros, Albert Edward, Cláudio Carone, Cristiani Ferraz, Durga Shakti, Heros Campos Jardim, Jacques França, Marco Antônio Maldonado, Marli Medeiros, Raimundo Lopes, Zélia Savala Brandão.

“Percepção” projeta, naturalmente, uma postura pessoal diante da vida de alguém que se reconhece um simples repórter. Nada além. E que, por essa razão, revela-se consciente de não saber senão muito poucas coisas. O trabalho realizado sob tal premissa toma como ponto de partida o fecundo conceito, da lavra dos pensadores franceses citados pratrazmente, de que “o espírito humano é que nem o paraquedas, só funciona aberto.”

E por derradeiro aqui fica mais essa anotação: o programa conta com a inestimável colaboração de Carlos Luiz Conzi, na produção e edição, e o valioso apoio da Pousada Kokopelli, de Lavras Novas.

*  Jornalista ([email protected])